Treino de memória personalizado
Previna ou amenize a perda de memória
Acompanhamento individualizado para quem deseja cuidar da memória ou convive com alterações cognitivas, como o comprometimento cognitivo leve (CCL) e o Alzheimer.
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O que é o treino de memória?
Você exercita seu corpo. E a sua memória?
O treino de memória combina atividades e estratégias personalizadas para trabalhar habilidades como memória, atenção e outras funções cognitivas. O acompanhamento considera as dificuldades e capacidades de cada pessoa, buscando favorecer seu desempenho nas atividades do cotidiano e sua autonomia.
Os benefícios do treino de memória são respaldados por pesquisas científicas. Intervenções cognitivas estruturadas podem melhorar habilidades específicas, ajudar a amenizar dificuldades e contribuir para a autonomia e a qualidade de vida, especialmente em idosos saudáveis e pessoas com alterações cognitivas leves.
Embora ainda pouco conhecido no Brasil, esse tipo de intervenção já integra diretrizes clínicas e serviços de saúde europeus. Em casos de Alzheimer, determinadas abordagens de estimulação e reabilitação cognitiva também são recomendadas como parte do acompanhamento não medicamentoso.
Como funciona
Atenção individualizada, em cada etapa.
Para quem é indicado
Diferentes necessidades. Um cuidado personalizado.
Para médicos
Um complemento ao acompanhamento médico
O treino de memória pode integrar o cuidado de pacientes acompanhados por neurologistas, psiquiatras e outros profissionais, com atividades e estratégias individualizadas, conforme as necessidades e os objetivos de cada caso, buscando potencializar os benefícios do acompanhamento e melhorar a qualidade de vida do paciente.
Conheça a abordagem e suas evidências científicas
Sobre a Dra. Paula Brum
Formação, pesquisa e prática totalmente dedicados à memória
Mestre (MSc) e doutora (PhD) em Ciências, com formação acadêmica na USP e experiência internacional de pesquisa na Itália. Gerontóloga pela USP, realizou seu mestrado no Instituto de Psiquiatria e doutorado no Departamento de Neurologia da Faculdade de Medicina da USP. Atualmente, é pós-doutoranda na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
É também autora de capítulos de livros na área de neuropsicologia, professora de cursos na área da saúde e palestrante em eventos científicos. Sua trajetória reúne pesquisa acadêmica e experiência prática em treino de memória personalizado.
Conheça a trajetória da Dra. Paula →
Atendimento
Como fazer o treino de memória?
No consultório
Atendimento presencial em consultório na cidade de São Paulo, em um ambiente dedicado ao acompanhamento individualizado.
Online
Sessões virtuais para pacientes que preferem a comodidade do atendimento remoto ou residem em outras cidades e países.
Dúvidas frequentes
O treino de memória pode ajudar pessoas com Alzheimer?
Dependendo da condição e das necessidades da pessoa, atividades cognitivas e estratégias individualizadas podem fazer parte de seu acompanhamento. O objetivo é trabalhar capacidades e dificuldades específicas, sem substituir a assistência médica. O treino de memória não cura o Alzheimer nem interrompe sua progressão.
Treino de memória é a mesma coisa que fazer jogos de memória?
Não. Jogos podem fazer parte das atividades, mas o acompanhamento envolve avaliação, definição de objetivos e seleção de exercícios e estratégias de acordo com as necessidades de cada pessoa.
O treino também é indicado para pessoas sem problemas de memória?
Sim. Adultos mais velhos saudáveis também podem realizar atividades estruturadas para exercitar suas habilidades cognitivas. Os objetivos do acompanhamento variam conforme o perfil individual.
As sessões podem ser realizadas online?
Sim. A Dra. Paula atende presencialmente em São Paulo e realiza sessões virtuais, inclusive com pacientes que vivem em outras cidades e países. A modalidade é definida conforme as necessidades e as condições de cada pessoa.
Como saber se o treino é indicado para mim ou para um familiar?
O primeiro passo é entrar em contato para esclarecer dúvidas e conversar sobre a situação. A indicação considera o histórico, as necessidades e os objetivos do possível paciente.




